Mulheres: Quando o hábito deixa de ser chão 

Autor(a): Coletânea vários autores incluindo Cláudia Passarinho
Mulheres: Quando o hábito deixa de ser chão reúne contos que dão voz a mulheres silenciadas pela violência, pelo controlo e pela desigualdade. Em histórias cruas e sensíveis, o livro expõe realidades muitas vezes invisíveis e afirma a urgência de quebrar o silêncio, transformando dor em consciência e resistência. Este livro é um gesto de denúncia, memória e empatia, lembrando que, quando o hábito deixa de ser chão, começa a possibilidade de voo.
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SINOPSE

Mulheres: Quando o hábito deixa de ser chão reúne contos que dão a voz a mulheres silenciadas pela violência, pelo controlo e pela desigualdade. Em histórias cruas e sensíveis, o livro expõe realidades muitas vezes invisíveis e afirma a urgência de quebrar o silêncio, transformando dor em consciência e resistência. Este livro é um gesto de denúncia, memória e empatia, lembrando que, quando o hábito deixa de ser chão, começa a possibilidade de voo.

AUTOR

claudia passarinho autora
Coletânea vários autores incluindo Cláudia Passarinho
Nasci numa vila cheia de histórias e memórias. Cresci rodeada de livros, palavras e silêncios cheios de significado. Compreender a mente humana foi o meu primeiro amor académico, e mais tarde aprofundei-me na área de Recursos Humanos. Foi nos livros e na escrita que encontrei o meu verdadeiro refúgio e um lugar para me expressar. A minha família é o meu alicerce: é nela que encontro força e propósito. Escrevo porque preciso e leio porque me curo. Ao longo do tempo, participei em várias coletâneas e antologias como contista e poeta. Conquistei alguns prémios e menções honrosas que me encheram o coração. Hoje, sou Diretora de Recursos Humanos, escritora e biblioterapeuta. Acredito no poder transformador da leitura. Sou cofundadora do podcast Livros a Três. Criei o projeto À Luz das Letras, integrado no Clube dos Writers, e sou curadora do Clube de Leitura Inspirar à Ação, espaços onde a palavra tem lugar de encontro, escuta e crescimento. Continuo, todos os dias, a procurar um caminho nas palavras — o meu e partilhado — que ligue pessoas, emoções e histórias.

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